No quadro Direto ao Ponto do programa Olho Vivo, da Rede Diário do Sertão, o radialista Aristênio Marques criticou a postura de algumas pessoas da cidade de Cajazeiras que tem batido de frente com as determinações estabelecidas, em relação ao uso obrigatório do capacete tanto para motociclistas quanto para os passageiros da garupa, bem como a obrigação do uso do cinto de segurança, na cidade.
O tema tem gerado debates entre motoristas e autoridades. O colunista lembra que a ação é nada mais do que uma determinação da legislação do Código de Trânsito Brasileiro, Lei de nº 9.503/1997.
Ele lembra que Cajazeiras, assim como os demais municípios brasileiros, não está isenta da ordem nacional.
“É uma lei e não é de hoje. É uma pena, é uma pena de verdade que as pessoas ainda insistam por A mais B, de que andar errado é a melhor maneira de trânsito na cidade de Cajazeiras”, disse Aristênio.
O radialiste que também é enfermeiro e trabalha em dois hospitais da cidade, disse que rotineiramente se depara com pessoas feridas decorrentes de acidentes de moto.
Quanto ao quesito de apenas o motoqueiro usar o capacete, o profissional da imprensa reforçou a crítica e se mostrou indignado quanto à ignorância de alguns que persistem em desobedecer às leis.
Ele destacou que há anos não há multas no município cajazeirense, em virtude da falta do cinto de segurança e em questão do não uso do capacete, principalmente em relação ao passageiro.
“Ficamos nós aqui discutindo o porquê de se andar corretamente. ‘Por que eu vou andar corretamente agora? Por que usar o cinto de segurança? Para que usar um segundo capacete? Isso é balela, isso é besteira’, e não é”, criticou.
DIÁRIO DO SERTÃO
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