Um técnico de handebol e professor de natação em Cuité, está sendo investigado por suspeita de assédio sexual e estupro de vulnerável contra pelo menos, 8 meninas, com idades entre 12 e 13 anos. De acordo com a mãe de uma das vítimas, o crime foi descoberto a partir de conversas em redes sociais.
Jackson Maravilha, que também é DJ, prestou depoimento na delegacia acompanhado de um advogado. Algumas vítimas ainda serão ouvidas e o caso segue em investigação.
E*, de apenas 12 anos, era aluna de Jackson da turma do handebol feminino. A menina estava sem celular, mas usava o aparelho da avó para logar uma conta “extra-oficial” no Instagram. “Ela tem uma conta, que é logada no meu celular e no celular do pai, então toda notificação que chega, nós recebemos. Mas essa outra conta, não tínhamos conhecimento”, conta a mãe.
E* esqueceu de desativar a conta e um tio da menina teve acesso à uma mensagem de um outro professor, aconselhando que E* se afastasse de Jackson.
Foi a partir dessa conversa, que a mãe de E* procurou saber do que se tratava. Ela teve acesso a prints de conversas com o professor, que são carregadas de conteúdo adulto e obsceno.
Acompanhado de um advogado, Jackson Maravilha foi orientado pelo delegado a não se aproximar das vítimas, não frequentar o mesmo espaço e bloquear qualquer contato via celular. O investigado é casado e tem dois filhos pequenos.
Fonte: Paraíba Feminina
Créditos: Polêmica Paraíba