Há dois meses na condução do caso do Banco Master no STF, Dias Toffoli aguarda a análise de provas realizada pela Polícia Federal para decidir os próximos passos da apuração. O teor dessas informações é que vai ditar a sequência do inquérito, e não pressões de qualquer natureza.
O futuro da investigação — no STF ou não — depende da extensão da obra de Daniel Vorcaro. “Continuo a conduzir o caso se houver indícios de pessoas com foro. O parecer inicial da PGR foi para que a apuração ficasse no STF para colheita de provas”, diz Toffoli ao Radar.
Colegas de Toffoli avaliam que as pressões sobre a Corte são alimentadas pelos próprios envolvidos no caso Master. “São os maiores interessados no tumulto“, diz Gilmar Mendes.
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