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Homem é assassinado a tiros e outro fica baleado em Sumé

Na noite desta sexta-feira (14), foi registrado um assassinato na cidade de Sumé. De acordo com informações, um homem conhecido como Bili foi assassinado a tiros.

Além disso, outro homem, cuja identidade não foi revelada, também foi baleado e teve que ser rapidamente socorrido para o Hospital e Maternidade Alice de Almeida.

O crime ocorreu no bairro Alto Alegre, mais precisamente em um trecho conhecido como Beco de Lourdes.

As autoridades policiais foram acionadas e isolaram a área do crime. O corpo ainda se encontra no local, aguardando a chegada do Numol para os procedimentos necessários.

De Olho no Cariri

Com Paraíba da Gente

Malves Supermercados lança Promoção “Arraiá Tá Danado de Bom” com descontos arrasadores

Monteiro e região serão palco de um verdadeiro festival de descontos com o lançamento da “Promoção Arraiá Tá Danado de Bom” pelo Malves Supermercados. Entre os dias 14 e 23 de junho, os clientes poderão aproveitar reduções significativas em diversos produtos, numa iniciativa que promete atrair uma multidão.

Conhecido por sua forte conexão com a comunidade local, o Malves Supermercados adotou uma estratégia de preços agressiva para conquistar o público. “Estamos ansiosos para receber nossos clientes e ajudá-los a economizar”, declara a gerente, exibindo entusiasmo pela campanha.

Em um ambiente climatizado, ideal para as compras no calor do verão, o mercado oferece ainda WiFi gratuito, proporcionando comodidade e conectividade aos consumidores. A ampla estrutura do supermercado facilita a circulação, assegurando o cumprimento dos protocolos de segurança em tempos de pandemia.

O atendimento é outro destaque, resultado de um investimento constante em capacitação da equipe para oferecer uma experiência de compra agradável e eficiente. Localizado na emblemática Feira Central de Monteiro, o Malves Supermercados se posiciona como a opção preferida para as compras deste período de promoções imperdíveis.

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PCC: ‘Para sair do Brasil, preciso de asilo político e um meio de subsistência’, afirma promotor ameaçado pela facção

Os mais duros golpes do poder público contra a facção Primeiro Comando da Capital (PCC) tiveram o dedo do promotor de Justiça Lincoln Gakiya, do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado de Presidente Prudente, do Ministério Público de São Paulo (MPSP). Em 20 anos de atuação, ele é o rosto do combate à facção nascida nas cadeias paulistas. Defendeu sozinho a decisão de transferir toda a liderança para o sistema penitenciário federal, mais rigoroso, uma aposta para quebrar a cadeia de comando. Mais recentemente, tornou público um áudio em que a autoridade máxima do PCC chamava um comparsa de “psicopata”, episódio que acabou por provocar um racha sem precedentes na cúpula do bando.

Com mais de uma dezena de planos de morte contra ele, Gakiya anda diariamente acompanhado por um séquito de seguranças, tem curso de tiro e carro blindado. A três anos de se aposentar, afirma que não vê outro caminho para ele que não ir embora do Brasil. Por aqui, a legislação do país não lhe assegura, por exemplo, a manutenção de sua segurança depois de deixar o cargo.

— Minha situação é muito frágil. Agora, para eu sair do Brasil, preciso de duas coisas: conseguir asilo político em algum país e um meio de subsistência. Não tenho como dividir minha aposentadoria por seis [a taxa de câmbio], para viver dignamente fora do Brasil. Tudo isso me faz ter um futuro muito incerto — lamentou.

Gakiya experimentou a escolta policial ainda em 2005, depois de os chefes do PCC o decretarem à morte pela primeira vez. A situação piorou em 2018, quando foi alvo de nova ordem de assassinato. Naquele ano, a polícia apreendeu duas cartas cifradas na saída da Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, onde estavam detidos os chefes da facção. Atribuídas à cúpula do PCC, as mensagens sugeriam que os bandidos já haviam levantado a ficha de Gakiya, a quem se referiam como o “frango japonês”.

A ameaça era uma resposta ao pedido de transferência da cúpula do PCC para o sistema federal. Seria a primeira vez que Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como autoridade máxima da facção, ficaria não só distante de seu estado de origem e berço da organização criminosa, mas também de sua família. Na avaliação de Gakiya, seria a única forma de efetivamente isolar os presos mais perigosos. Nas cadeias de São Paulo, mesmo nos presídios rigorosos, eles faziam contato rápido via advogados e parentes.

— A gente tentou, desde 2006, isolar esses presos sem sucesso. O estado de São Paulo tinha receio de que houvesse novos ataques, e que isso pudesse complicar a situação política de governadores e secretários — ponderou Gakiya.

A situação mudou com a notícia do terceiro plano de resgate de Marcola. Segundo ele, o plano envolveria a participação de 80 mercenários, ex-militares africanos e ladrões de Novo Cangaço, a modalidade conhecida por tomar cidades com armamento pesado e assaltar bancos.

Para impedir o resgate, a pacata Presidente Venceslau foi tomada por mais de 200 policiais de batalhões especializados. Um caminhão do Batalhão de Choque — o chamado Guardião, versão paulista do carioca Caveirão, trazido de Israel e que suporta tiros de fuzil — se posicionou na entrada. Por determinação judicial, o aeroporto foi fechado. Relatos fantasiosos de explosões em agências bancárias, postos de combustível e na Santa Casa deixaram a população em pânico.

Num primeiro momento, o caos generalizado foi suficiente para Gakiya convencer alguns secretários de Estado sobre a necessidade da remoção da cúpula para o sistema federal. Mas era ano eleitoral, e o argumento da possibilidade de uma retaliação do crime organizado, aos moldes dos ataques de 2006, pesou. O governador em exercício e candidato à reeleição na época, Márcio França (PSB), hoje ministro do Empreendedorismo, não só mudou de ideia como tentou demover o promotor, segundo o próprio.

— Fiquei num dilema, a cidade cercada pela polícia… No final de novembro de 2018, fiz o pedido e, de alguma maneira, isso vazou. Aí minha vida se tornou um inferno — lamentou. — Quando assinei este pedido sozinho, sabia exatamente que estava colocando a minha vida em risco para o resto da minha existência. Venho sendo alvo de planos para me matar desde então.

A expressão “resto da existência”, nesse caso, não é mera figura de linguagem. Para reforçar o quão delicada é sua situação, Gakiya recorda do caso de um diretor da Casa de Custódia de Taubaté morto pela facção mesmo anos depois da aposentadoria. Apesar do ônus pessoal, ele diz não se arrepender da decisão.

— Faria tudo de novo. Primeiro, o que a gente pretendia? A quebra da cadeia de comando, e isso a gente conseguiu, tanto que eles tiveram de passar a liderança para a rua. Segundo ponto, em decorrência do isolamento, haveria disputa interna pelo poder, isso era esperado e natural. Aconteceu com outras máfias — enumerou.

PCC: “Minha situação é frágil”, afirma inimigo número um da facção

Foto do algoz

 

Gakiya entrou para o Ministério Público em 20 de dezembro de 1991, um dia antes de completar 25 anos, um “presente de aniversário”. No começo da carreira, a iminência da morte o apavorava tanto que ele passou a carregar em seu carro a fotografia de um de seus algozes, para tentar reconhecê-lo na rua.

Durante 20 anos à frente das comarcas de Presidente Bernardes e Presidente Venceslau, assistiu ao rápido controle do PCC nas cadeias paulistas. Foi convidado para assumir o Gaeco em 2008, onde se tornou peça chave do sistema penitenciário. Já chegou a sugerir à Secretaria de Administração Penitenciária para transferir 40 presos da noite para o dia para o sistema “não virar”, gíria para rebeliões. O reconhecimento o levou, em janeiro de 2017, a uma reunião com o presidente Michel Temer no auge da crise penitenciária.

Ao longo da carreira, Gakiya também acumulou decepções. Teve um difícil revés ao perder um amigo para o crime, o juiz José Antonio Machado Dias, assassinado pelo PCC devido a seu perfil linha-dura. Seu maior desgosto profissional poderia ter sido seu maior êxito. Durante dois anos e meio, Gakiya e outros 21 promotores conduziram o que ele define como a maior investigação da história do MP paulista. Em setembro de 2013, denunciaram à Justiça 175 membros da facção por formação de quadrilha. A Justiça, sob o argumento de que já havia passado tempo demais, indeferiu os pedidos. A peça de 876 páginas é tratada com a deferência de um livro de autoria própria.

Até tempos atrás, Gakiya só atuava nos bastidores. Quando o tom das ameaças subiu, percebeu que a publicidade poderia protegê-lo. Consultou primeiro a família, depois o procurador-geral. Em 2016, concedeu sua primeira entrevista.

Uma de suas investigações rendeu a Marcola uma pena de mais de 30 anos de prisão. Não foi suficiente para conter a facção, hoje a maior do Brasil, com faturamento de US$ 1 bilhão e membros espalhados por 24 países. Com a parceria de mafiosos estrangeiros, o PCC já consegue enviar drogas para os cinco continentes. O próprio Gakiya faz um mea-culpa sobre a incapacidade do estado — MP incluído — de acabar com o comando de Marcola, que começou em 2002.

Recentemente, o promotor fez uma jogada com o intuito de, finalmente, tentar enfraquecer seu algoz. Gakiya alertou o Ministério Público Federal sobre uma fala infeliz de Marcola gravada durante um atendimento médico em julho de 2022. Na ocasião, o líder do PCC disse a um funcionário da Penitenciária Federal de Porto Velho que seu comparsa Roberto Soriano, o Tiriça, apontado pela polícia como um dos mais violentos integrantes da sintonia final do PCC, era um “psicopata”. A gravação foi usada pelo MPF contra Soriano no processo em que ele era acusado da morte de uma psicóloga da Penitenciária Federal de Catanduvas (PR), em 2017. Soriano acabou condenado e o episódio deflagrou um racha sem precedentes na cúpula do PCC.

— O Marcola sabia bem o que estava falando, só não esperava que o Soriano teria ciência disso, pensou que ficaria interno. Eu inclusive sou um dos responsáveis [por divulgar essa informação]. Eu avisei o MPF que existia essa gravação em Porto Velho do Marcola fazendo referência ao Soriano ser psicopata. Não digo que ele foi condenado por causa da gravação, mas ela foi uma prova importante — afirmou Gakiya.

O GLOBO

Secretaria de Desenvolvimento Social de Monteiro realizou a primeira reunião descentralizada “Diálogos com os gestores”

A Secretaria de Desenvolvimento Social de Monteiro recebeu representantes dos municípios que fazem parte da 5ª Região e do colegiado do COEGEMAS/PB para realizar a primeira reunião descentralizada “Diálogos com os gestores” com o objetivo de conhecer melhor os gestores e estreitar laços, ouvindo demandas e dialogando sobre o fortalecimento do SUAS e sobre o avanço das políticas públicas.

De acordo com a secretária, Joédina Félix, “a descentralização é uma metodologia que o colegiado adotou para ir até o território dos gestores para ver de perto a necessidade de cada região, além da construção coletiva e troca de saberes e experiências”.

O Encontro foi avaliado pelos gestores presentes de forma positiva, tendo como propósito fortalecer a política de assistência social no Cariri.

O COGEMAS/PB é uma entidade civil, de direito privado, sem fins lucrativos, com autonomia administrativa e financeira; é o representante legítimo do poder municipal e congrega os gestores municipais da assistência social.

 

 

 

OPIPOCO

Prefeitura de Monteiro, através de Lei Complementar, concede anistia de multas e remissão de juros

Através da Lei Complementar Nº061/2024, a Prefeitura de Monteiro concede o benefício da anistia de multas e remissão de juros ao quitarem seus débitos junto à fazenda pública municipal.

A lei aprovada pela Câmara Municipal e sancionada pela prefeita Anna Lorena, concede aos contribuintes que tiverem débitos de tributos municipais, preços e tarifas públicas, inscritos ou não em dívida ativa, poderão, mediante requerimento específico protocolizado na Prefeitura Municipal, obter benefícios fiscais, nos seguintes termos:

*100% de juros e multas para pagamento em até 10 (dez) parcelas.

A parcela do débito será calculada considerando-se a incidência de correção monetária calculada na forma definida no Código Tributário Municipal onde cada parcela não poderá ser inferior a R$100,00 (cem reais).

Ainda de acordo com a Lei, os débitos que já foram judicializados, não poderão ser negociados dentro destas condições. Os acordos serão considerados descumpridos com o não pagamento de qualquer das parcelas dentro do prazo de vencimento.

De acordo com a secretária de Finanças, Rosilda Henrique, “para obter o benefício, o contribuinte deverá protocolizar na Prefeitura Municipal o requerimento de pagamento do débito até o dia 10/07/2024”.

A fruição dos benefícios contemplados por esta lei não confere direito à restituição ou compensação de importância já paga a qualquer título.

OPIPOCO

Quadrilha da Bagaça 2024 Promete Agitar o São João de Monteiro

A 12ª edição da Quadrilha da Bagaça promete ser um dos eventos mais animados do São João de Monteiro 2024, considerado o maior São João do interior da Paraíba. Com data marcada para 27 de junho, a quadrilha se destaca por sua atmosfera festiva e acolhedora, onde todos são bem-vindos para dançar e se divertir, independentemente da experiência com o forró.

A animação começa com os forrozeiros da Bagaça tomando as ruas de Monteiro, em um desfile de tradição junina liderado pelo marcador Gildo. A trilha sonora fica por conta do Paredão Chico SOM, garantindo uma batida contagiante que promete levantar o astral dos participantes.

O percurso da quadrilha inicia no Alto de São Vicente, com a concentração marcada para as 18:00 horas. Às 20:00 horas, os participantes descem em direção ao Sítio São Francisco, transformando as ruas da cidade em um palco a céu aberto para a festa junina.

As inscrições para os casais interessados podem ser feitas antecipadamente através do telefone (83) 9 9951-6629 ou diretamente no local, no dia do evento. Um dos grandes diferenciais da Quadrilha da Bagaça é a ausência de qualquer tipo de restrição ou exigência: “Não tem Limite de Casais porque na Quadrilha da Bagaça, Ninguém é obrigado a nada nem saber Dançar,” reforçam os organizadores.

Essa filosofia inclusiva e acolhedora tem sido um dos principais atrativos do evento, atraindo tanto veteranos de outras edições quanto novos participantes em busca de diversão e camaradagem. Com 12 anos de tradição, a Quadrilha da Bagaça consolidou-se como um momento imperdível do São João de Monteiro, reunindo amigos e familiares em uma celebração de pura alegria e tradição nordestina.

OPIPOCO

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Pela primeira vez, São Sebastião do Umbuzeiro tem atleta na etapa Estadual dos jogos Escolares da PB

O município de São Sebastião do Umbuzeiro está em comemoração com a participação do estudante José Albert, que representou o município na etapa Estadual dos jogos Escolares da Paraíba, sendo essa a primeira vez em que o município está presente na segunda etapa.

O estudante disputou uma das provas mais difíceis do atletismo, que é a prova dos 2mil metros. E uma prova que requer muito treino e com o tempo de 7 Minutos e 7 segundos, Estudante da Escola Municipal Mauro severiano, do Município de São Sebastião do umbuzeiro, garantiu a terceira vaga.

O prefeito do município, Adriano Wolff, parabenizou o aluno pela participação e por está no pódio dos vencedores na etapa estadual dos jogos escolares e destacou que o município deu todo apoio para participação do jovem.

Governador assina ordem de serviço para construção de nova escola em Monteiro, orçada em mais de 8 milhões de reais e prefeita agradece

Governador assina ordem de serviço para construção de nova escola em Monteiro, orçada em mais de 8 milhões de reais e prefeita agradece

Mais um fruto da parceria entre a prefeita Anna Lorena e o governo estadual. O governador João Azevêdo confirmou a liberação de recursos para a construção de uma nova escola estadual e já assinou a ordem de serviço para a execução da obra.

A nova escola contará com 12 salas de aula e o valor estimado da obra é de 8 milhões e 200 mil reais.

A prefeita Anna Lorena agradeceu ao governador, não só em nome de Monteiro, mas em nome da AMCAP, Associação Municipalista da qual ela é a atual vice-presidente.

 “O Governador vem aqui todos os anos dialogar com a gente, olho no olho, e entender as nossas necessidades. Quero ressaltar também a união dos nossos prefeitos. O Cariri tem sido exemplo de união por buscar demandas que atendam a toda a região. Somamos forças e temos o resultado que temos hoje, como a saúde do Cariri, por exemplo, graças ao Governo e à união de todos. Aqui é um momento democrático de falar as nossas necessidades para que o governo possa entender e buscar solução”, enfatizou a prefeita de Monteiro”, afirmou.

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Câmara aprova urgência de projeto que equipara aborto a homicídio

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (12/6), em votação em tempo recorde a urgência do Projeto de Lei (PL) nº 1904/24, que equipara o aborto de gestação acima de 22 semanas ao homicídio, incluindo casos de estupro.

A proposta é de autoria do Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e outros deputados do PL. A proposta visa alterar o Código Penal, que atualmente, não prevê restrição de tempo para realização da interrupção da gravidez.

O aborto é permitido apenas em casos de estupro, risco de vida materna ou quando o feto possui anencefalia. No entanto, a proposta dos deputados prevê a criminalização da interrupção acima de 22 semanas de gestação, independente dos casos já previstos na legislação.

Caso seja aprovado, a mulher que realizar aborto acima de 22 semanas pode ser condenada de 6 a 20 anos de reclusão. O crime de estupro, no entanto, é punível de 6 a 10 anos.

“Em 1940, quando foi promulgado o Código Penal, um aborto de último trimestre era uma realidade impensável e, se fosse possível, ninguém o chamaria de aborto, mas de homicídio ou infanticídio”, apontaram os autores da proposta.

STF

No ano passado, a então ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou pela descriminalização do aborto nas primeiras 12 semanas de gestação. A ação começou a ser julgada em setembro, mas foi suspensa após pedido de destaque do ministro Luís Roberto Barroso.

A discussão sobre a interrupção da gravidez aconteceu em decorrência de ação movida pelo PSol.

COM INFORMAÇÕES METRÓPOLES