Hospital Universitário (HU) Alcides Carneiro, em Campina Grande – Foto: Divulgação/Ebserh
O concurso público da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) foi lançado na última segunda-feira (05/01) e oferta 15 vagas imediatas para médicos na Paraíba, além de cadastro reserva. Os salários variam entre R$ 11,4 mil e R$ 19,1 mil e as oportunidades, no estado, são para trabalho no Hospital Universitário Alcides Carneiro, em Campina Grande, e no Hospital Universitário Júlio Bandeira, em Cajazeiras, ambos vinculados à Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). O edital está disponível no site da Ebserh.
Há vagas e cadastro reserva para 96 especialidades nos hospitais universitários do país, administrados pela Ebserh. No HU de Campina
Grande, há vagas imediatas para médico coloproctologista (1 vaga), médico geneticista (1 vaga) e médico neurologista pediátrico (1 vaga). Já no HU de Cajazeiras, há oportunidades para anestesiologia (6 vagas), cirurgia geral (4 vagas) e infectologia (2 vagas) e cadastro reserva em outras 36 especialidades.
Inscrições
As inscrições para o concurso público da Ebserh podem ser realizadas até às 23h59 do dia 30 de janeiro, exclusivamente pelo site da Fundação Getulio Vargas (FGV), banca organizadora do concurso. A taxa de inscrição é de R$ 180 e o pagamento pode ser efetuado até 2 de fevereiro.
Provas
As provas objetivas estão marcadas para o dia 29 de março e serão aplicadas simultaneamente em João Pessoa e em outros 41 municípios, entre todas as capitais e outros locais. A avaliação será feita através de prova objetiva com 60 questões de múltipla escolha, de caráter eliminatório e classificatório, além de prova de títulos.
Salários
Os salários iniciais variam conforme a carga horária: R$ 11.464,35 para jornada de 24 horas semanais e R$ 19.107,31 para 40 horas semanais. Os aprovados serão contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Cotas
De acordo com a Ebserh, o edital prevê reserva de vagas para pessoas pretas e pardas (25%), pessoas com deficiência (10%), indígenas (3%) e quilombolas (2%).
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