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    Lar»Brasil»Um ano após tomar ‘pito’ público de Lula no 1º de Maio, Márcio Macêdo segue na corda bamba
    Brasil

    Um ano após tomar ‘pito’ público de Lula no 1º de Maio, Márcio Macêdo segue na corda bamba

    adminPor admin1 de maio de 2025Nenhum comentário6 minutos de leitura4 Visualizações
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    Um ano após o fiasco do 1º de Maio e a reprimenda pública de Lula (PT), o ministro Márcio Macêdo ainda não conseguiu sair da linha de tiro. À frente da Secretaria-Geral da Presidência, pasta responsável pela articulação com os movimentos sociais, ele acumula críticas pela falta de diálogo com as principais entidades do País e vê a pressão por sua demissão crescer.

    No Planalto e no PT, a fritura de Márcio Macêdo já é aberta e quase unânime. Ele virou até alvo de piadas internas — como o apelido de “alma penada”, usado por colegas ao se referirem a ele. Ainda assim, Macêdo tem resistido. A assessoria do ministro nega essas versões e também a possibilidade de que o presidente esteja contrariado com o auxiliar. As críticas ao evento do ano passado, também segundo esse assessor, foram palavras mal interpretadas.

    Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macêdo ao lado de Lula Foto: Bruno Peres/ASCOM SG-PR

    Neste ano, Lula decidiu não participar de atos públicos, como já fez em outras ocasiões, e fará apenas um pronunciamento em cadeia nacional no dia 1º de maio. Nesta terça-feira, 29, em sinal de afago, o presidente recebeu no Palácio do Planalto líderes das principais centrais sindicais, acompanhado de Márcio Macêdo e do ministro do Trabalho, Luiz Marinho. As centrais apresentaram suas reivindicações, como a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1. As conversas para que o encontro acontecesse foram costuradas exclusivamente por Marinho.

    “Nós precisamos dessas mobilizações e tantas outras. A sociedade brasileira exige distribuição de renda, exige crescimento da economia, exige continuar gerando empregos. Estamos com a menor taxa de desemprego da nossa história, mas é preciso continuar crescendo, gerando empregos e gerando renda, sobretudo, subindo renda”, disse o ministro. Ele e representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) argumentam que um presidente aberto ao diálogo com os movimentos sociais e sindicais tem que ser elogiado.

    “A isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil foi a proposta dos trabalhadores que o presidente Lula encampou, assim como a luta pela valorização do salário mínimo, pela valorização do serviço público, a luta pela diminuição da jornada de trabalho. Nós estamos do mesmo lado da história e na defesa dos trabalhadores e do povo brasileiro”, completou Macêdo, recorrendo aos slogans criados pelo ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom).

    Em 2024, ato com Lula em Itaquera recebeu pouco público e presidente reclamou no palco Foto: Taba Benedicto/Estadão

    Assessores do presidente atribuem a permanência de Macêdo no cargo também ao fato de que a reforma ministerial está parada. E o posto do secretário é extremamente cobiçado, o que renderia a Lula mais um problema para administrar entre os partidos aliados. Há também a questão de que o ministro é muito próximo do presidente e, para demiti-lo, teria que haver algum lugar em que ele não se sentisse largado no ostracismo.

    Há exatamente um ano, Márcio Macêdo se tornou alvo de críticas públicas do presidente Lula após o fracasso do ato das centrais sindicais no Dia do Trabalho. Ao chegar ao evento, Lula se deparou com uma plateia vazia, com menos de duas mil pessoas, segundo a estimativa do Monitor do Debate Político da Universidade de São Paulo (USP). Durante seu discurso, o presidente não economizou palavras: chamou o evento de “mal convocado” e disse que tratou diretamente do assunto com Macêdo.

    Rud Rafael, dirigente do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e integrante da Frente Povo Sem Medo, defende que o governo federal aprofunde e torne mais frequente o diálogo com os movimentos sociais. “Esse diálogo precisa ir além dos espaços institucionais, como os conselhos. No ano passado, fizemos reuniões das frentes e do fórum das centrais, e ficou claro que essa interlocução precisa ser contínua. Estava prevista uma reunião com o presidente Lula antes do fim do ano, mas ela não aconteceu”, afirma.

    O dirigente cita episódios que desgastaram a relação com o Planalto, como a organização do G20 Social. “O formato proposto pelo governo não satisfez o movimento, porque limitou a autonomia e a diversidade no processo de construção e acabou refletindo problemas de logística e estrutura significativos. A coordenação deveria ser mais ampla e a definição das atividades acabou aquém das expectativas, com horários estreitos e propostas de atividades não aceitas. Esse balanço já foi feito com o governo e existem indicativos que será diferente no contexto da COP 30”, explica Rud.

    Outro ponto alvo de crítica foi o anúncio da proposta de ampliação da isenção do Imposto de Renda, feito em evento fechado. “É uma pauta que está em nosso plebiscito popular, que as frentes e centrais estão levantando. Há momentos e pautas específicas que poderíamos ter um diálogo melhor e uma construção conjunta, mas isso não tem acontecido”, diz Rud, que também critica a falta de mobilização oficial em torno da pauta da anistia. “O governo não tem apostado na mobilização. Sabemos que a conjuntura está difícil, mas seguimos acreditando que esse é o único caminho.”

    A presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Manuella Mirella, diz que Márcio Macêdo sempre manteve canais abertos com a entidade e com os movimentos sociais. Mas afirma que isso, por si só, não é suficiente. “Nosso papel enquanto entidade representativa da juventude é justamente cobrar cada vez mais espaços de escuta, mais diálogo permanente e mais respostas concretas para avanços na educação e no Brasil”, afirma.

    Ela aponta insatisfação da entidade com a falta de respostas do governo federal em relação a pautas consideradas urgentes pelo movimento estudantil, como a recomposição do orçamento das instituições federais de ensino superior e a publicação do marco regulatório do ensino a distância.

    “A ideia é fazer neste ano algo muito mais festivo do que um ato com reivindicações”, relatou João Paulo Rodrigues, dirigente do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Ele disse que o setor ainda não se sente atendido como avalia acontecer com grandes produtores rurais. Mas observa que, na medida do possível, o presidente tem ouvido o MST e já esteve com eles neste ano.

    Um assessor muito próximo do presidente lembra que a relação das pessoas com o trabalho mudou muito desde as décadas em que surgiram os movimentos sociais. As pautas ficaram setorizadas e a direita tem conseguido o monopólio das categorias, principalmente, por meio das redes sociais. Mesmo assim, ele crê que o governo tem conseguido por meio dos ministérios manter a mobilização dos conselhos que haviam sido todos dispensados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

    Diante da insatisfação com a atuação de Márcio Macêdo, aliados de Lula têm buscado alternativas para fortalecer o diálogo com a sociedade civil e os movimentos sociais. A principal frente dessa movimentação tem sido o Prerrogativas, coletivo de juristas alinhado ao PT e liderado pelo advogado e militante petista Marco Aurélio de Carvalho — que, no passado, chegou a ser cogitado para o cargo hoje ocupado por Macêdo.

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