Essa história do avião de R$ 95 milhões de Eduardo Leite parece o caso da fundação de Deltan Dallagnol com dinheiro da Petrobras. O governador queria comprar um jatinho como se fosse um brinquedo que desejou ter na infância e agora poderia adquirir, na versão real, com dinheiro público.
Todos os jornais gaúchos publicam que ele usaria o que chamam de ‘verbas das enchentes’ para pagar pelo jatinho. Com a desculpa furada de que seria para emergências e transporte de órgãos para transplante.
Será que não precisamos saber mais das negociações em torno do avião? Essa pode ser mais uma história mal contada ou contada pela metade?
O jornalismo não pode largar essa pauta. Até as birutas do Salgado Filho querem saber mais da história do tucano que queria ter um aviãozinho para andar por aí, como pré-candidato (outra vez) à presidência de República,
Claro que, se o plano furasse outra vez, o sujeito teria conseguido alta exposição para, imitando Sergio Moro em 2022, depois concorrer ao Senado. Precisamos e merecemos saber o que ainda está escondido sobre mais essa história escabrosa.
Aqui, o link para reportagem do Extra Classe sobre o recuo do tucano.
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