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    Lar»Paraíba»Mesmo sem acordo, Motta deve colocar PL Antifacção em votação nesta terça
    Paraíba

    Mesmo sem acordo, Motta deve colocar PL Antifacção em votação nesta terça

    adminPor admin18 de novembro de 2025Nenhum comentário3 minutos de leitura18 Visualizações
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    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), levará nesta terça-feira (18/11) ao plenário o Projeto de Lei (PL) Antifacção. A decisão vem apesar das reiteradas sinalizações da oposição, do governo e até de governadores de centro e direita de que o ideal seria adiar a análise da proposta.

    Motta, que já admitiu publicamente não esperar consenso sobre o texto, inicia o dia em meio a uma maratona de reuniões até a votação, à noite.

    “Eu não sei se é possível um texto de consenso. O que vou trabalhar é um texto que consiga aglutinar todos os interesses no que diz respeito à montagem de uma proposta boa para o país, tecnicamente eficiente, e que a gente possa avançar na pauta da segurança. Foi esse o compromisso que eu fiz”, declarou Motta.

    Às 9h, o deputado se encontra com a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann; o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski; o relator do projeto, Guilherme Derrite (PP-SP); e o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), na residência oficial da presidência da Câmara, para discutir ajustes no relatório.

    Às 14h30, ele conduz a reunião com os líderes partidários. De siglas antagonistas, os líderes do PT, Lindbergh Farias (RJ), e do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), avaliaram nessa segunda-feira (17/11) que a melhor saída seria adiar a votação.

    KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

    Pressão de todos os lados

    A direita pressiona para que Derrite, ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo, coloque no texto a equiparação entre facções criminosas e organizações terroristas. Já a esquerda problematiza o trecho que destina fundos à Polícia Federal (PF).

    O líder do PT descreveu o vaivém da redação como uma “bagunça legislativa” e, ao ser perguntado se a base poderia recuar caso o texto não fosse alterado, admitiu que o clima era de incerteza.

    “É que ninguém sabe. Quando eu falo da bagunça, uma bagunça legislativa, é que ninguém sabe o que é que vem. (…) Nós estamos prontos para votar até amanhã, desde que o texto chegue com antecedência”, declarou Lindbergh.

    Quinta versão do projeto

    Derrite deve apresentar, nesta terça, um quinto parecer sobre o projeto. Na última versão do relatório, ele propôs definição para facção criminosa e determinou que parte dos bens apreendidos de organizações criminosas seja destinada a um fundo da Polícia Federal (PF). Esse último ponto é, até agora, a principal crítica dos governistas.

    Desde que apresentou o primeiro parecer, Derrite resistiu às tentativas de parlamentares bolsonaristas que buscavam fundir o texto do governo a um outro projeto, com maior apoio da oposição, que equipara facções criminosas a organizações terroristas. No entanto, o relator seguiu por um caminho próprio.

    Em versões anteriores, Derrite chegou a propor que as facções armadas e que disputam territórios fossem punidas com as mesmas penas previstas para o terrorismo, entre 20 e 40 anos de prisão, conforme a Lei nº 13.260, de 2016.

    No parecer mais recente, o relator manteve as mesmas penas, mas optou por não alterar a Lei Antiterrorismo. Ele preferiu criar novo marco legal voltado ao enfrentamento das facções criminosas. Segundo Derrite, a proposta busca “instituir um marco jurídico específico, capaz de combater o crime organizado com as ferramentas que ele exige”.

    Ao explicar a escolha, o ex-secretário de Segurança Pública argumentou que manter intacta a lei que trata do terrorismo evita brechas para interpretações que possam permitir ingerências externas sobre o país.

    “Estou atendendo ao interesse público. O que você chama de recuo, eu chamo de estratégia para punir adequadamente o crime organizado no Brasil”, disse Derrite, ao ser questionado se a mudança representava concessão ao governo.

    Metrópoles

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