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A ideia nasceu em 2019, durante uma viagem pela Amazônia. Por lá, Virginia conheceu o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia e o TI35, extrato da semente do açaí amazônico que até então não tinha aplicação na indústria de beleza.
Foram três anos de pesquisa até incluir, pela primeira vez, o TI35 em cosméticos. “O açaí já é conhecido na cosmética, mas quase sempre a partir da polpa ou do óleo. O nosso ponto de partida foi olhar para o que era descartado: a semente”, diz a fundadora à Coluna.
Hoje, a Olera completa três anos no mercado com um novo produto no portfólio: um sérum regenerador, que se soma ao creme para os olhos e à loção de limpeza. E promete ir além. “A semente do açaí concentra 14 bioativos, cientificamente comprovados, capazes de tratar e regenerar a pele em nível celular”, finaliza Weinberg.
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