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“Me sinto muito honrada.” A conquista a coloca na linhagem de amigas como a argentina Liliana Porter e a espanhola Esther Ferrer, vencedoras de edições anteriores. “Eles estão escolhendo mulheres da minha geração, com radiação de influências ao longo da carreira”, diz Regina à Coluna.
Regina Silveira foi considerada uma das artistas mais influentes do âmbito ibero-americano, com notável impacto também no campo docente. Já na segunda semana de janeiro, Regina embarca para Nova York — ela abre dia 9 de janeiro sua sexta individual na galeria Alexander Gray Associates.
Na mostra, dois quebra-cabeças monumentais: To Be Continued… (1997) e sua continuação inédita, Continued… (2025), ambos com 110 peças gigantes que mapeiam personagens, eventos e paisagens políticas e culturais da América Latina.
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