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    Lar»CULTURA & ENTRETENIMENTO»Estudo de universidades públicas paulistas revela desigualdade em cargos de liderança
    CULTURA & ENTRETENIMENTO

    Estudo de universidades públicas paulistas revela desigualdade em cargos de liderança

    adminPor admin19 de dezembro de 2025Nenhum comentário4 minutos de leitura0 Visualizações
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    Maria Arminda do Nascimento Arruda é vice-reitora da USP Foto: Denise Andrade

    O Fórum Paulista pela Igualdade de Gênero nas Carreiras Científicas e Acadêmicas lançou, nesta semana, a 1ª edição do Index da Igualdade de Gênero nas Universidades Públicas do Estado de São Paulo.

    O estudo apresenta um diagnóstico inédito sobre a disparidade de gênero e raça nas seis principais instituições de ensino superior de São Paulo: USP, Unicamp, Unesp, UFABC, UFSCar e Unifesp.

    O levantamento mostra que existe um predomínio masculino no corpo docente total das universidades analisadas, com 59,5% de homens e 40,5% de mulheres. Por instituição, a Unifesp é a única universidade com maioria feminina (51,1%) e a UFABC regista a menor proporção de mulheres, com apenas 32,7%.

    A participação feminina diminui drasticamente à medida que a carreira avança para os níveis mais altos:

    Professor Doutor: 44,8% são mulheres.

    Professor Associado: 40,6% são mulheres.

    Professor Titular: Apenas 29,4% são mulheres, contra 70,6% de homens.

    Já a ocupação de cargos de direção/chefia segue a tendência de desigualdade, com 58,1% de homens e 41,9% de mulheres.

    À Coluna, Maria Arminda do Nascimento Arruda, vice-reitora da USP, explica que, historicamente, há vários impeditivos para a progressão das mulheres nas carreiras científicas e acadêmicas:

    “No estudo, a socióloga Nadya Araujo Guimarães e o sociólogo Murillo Marschner, ambos professores da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, escreveram uma análise sobre o difícil progresso das mulheres no mundo do trabalho e nas universidades desde o Século XIX. Eles constatam a dupla realidade da situação das mulheres. Por um lado, impedimentos que se colocam desde a esfera legal, quando, durante o Império, em 1879, uma mulher necessitava da autorização do marido, ou dos pais (se fosse solteira) para cursar o ensino superior. A partir das décadas de 1960 e 1970, a presença feminina tanto no mercado de trabalho, como no ensino superior, aumentou crescentemente, muito pela urbanização intensa que assistimos no Brasil. Contudo, novas formas de impedimentos vão sempre surgindo e sendo enfrentadas”, afirma.

    A vice-reitora da USP reforça a importância do levantamento: “O estudo é rico porque mostra a existência da desigualdade de gênero como algo comum às universidades públicas, estaduais e federais, de São Paulo, mas também revela as particularidades de cada instituição, que pode ter a sua condição explicada por fatores adicionais, como maior presença de áreas de estudo historicamente masculinizadas (por exemplo, engenharias)”, avalia.

    Futuro para atingir a equidade

    O levantamento conclui que, embora tenha havido avanços, as universidades públicas paulistas ainda estão longe da paridade de gênero, e o fortalecimento desta rede interinstitucional é essencial para formular políticas que combatam as desigualdades estruturais.

    Por fim, as instituições reconhecem que a mudança não será orgânica e requer políticas como, por exemplo, cotas e pontuações diferenciadas em concursos (como adotado pela USP), consideração da licença-maternidade na avaliação de produtividade e estímulo à presença feminina em áreas tradicionalmente masculinas.

    A vice-reitora da USP, Maria Arminda do Nascimento Arruda, relatou algumas medidas que já foram ou podem ser adotadas pelas instituições de ensino:

    “Cada uma das minhas colegas que integram o Fórum Paulista pela Igualdade de Gênero nas carreiras científicas e acadêmicas reflete sobre os resultados do estudo em relação às suas instituições, e sobre as medidas já tomadas para o enfrentamento da questão. Mônica Schroder, da UFABC, menciona a aprovação de disciplinas obrigatórias sobre estudos de gênero e étnico-raciais, como estratégia de conscientização sobre a exclusão desses grupos sociais. Maysa Furlan, atual reitora da UNESP, destaca a promoção de campanhas e a criação de serviços de combate à discriminação. Já a UFABC acredita que a aprovação de diretrizes que possam assegurar diversidade, tanto de gênero como étnico-racial, na composição das bancas de seleção docente, pode ser positivo na diversificação dos perfis de docentes recém-contratados”.

    Maria Arminda do Nascimento Arruda também destacou medidas da Unifesp e também da própria USP:

    “Outras ações direcionadas, como editais para processos seletivos direcionados, premiações e bolsas de fomento, auxiliaram a Unifesp a tornar-se a instituição mais inclusiva das participantes do Fórum. A USP tem combinado ações direcionadas – como um edital específico para a seleção de pós-docs negras, e a instituição do Prêmio Mães Pesquisadoras, que reconhece a dedicação de pesquisadoras nesta condição, com medidas mais estruturantes. Em comum, a institucionalização da agenda de promoção da igualdade de gênero e étnico-racial, com a criação de órgãos por parte das administrações centrais, é uma das medidas com maior impacto potencial”, finaliza.

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