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Netflix escancara o custo de fazer negócios no Brasil — e o tributo que só o País tem
No programa ‘Não vou passar raiva sozinha’, a Duquesa de Tax fala sobre o caso da Netflix e a Cide sobre remessas ao exterior. Crédito: Edição: Jefferson Perleberg/Estadão
A Netflix continuará distribuindo os filmes da Warner Bros nos cinemas se sua oferta de aquisição do estúdio for bem-sucedida, declarou nesta terça-feira, 16, em Paris, o diretor-executivo do serviço de streaming, Ted Sarandos.
“Continuaremos administrando os estúdios Warner Bros de forma independente e lançando os filmes de maneira tradicional nos cinemas”, afirmou em evento na capital francesa, no qual admitiu que seus comentários anteriores sobre a distribuição em salas “agora confundem as pessoas”.
Sarandos havia sugerido antes que a experiência dos cinemas era ultrapassada, superada pela conveniência do streaming.

Ted Sarandos durante a pré-estreia da temporada 5 de ‘Emily in Paris’, em Paris Foto: Blanca Cruz/AFP
O diretor da Netflix foi entrevistado por Maxime Saada, diretor do grupo de mídia francês Canal+, em um teatro de Paris que apresentava os projetos do Canal+ para 2026.
No começo do mês, a Netflix anunciou que havia fechado um acordo com a Warner Bros Discovery (WBD) para adquirir a maior parte do grupo por US$ 83 bilhões (R$ 450 bilhões). Mas ainda há dúvidas sobre a aprovação do acordo pelos reguladores.
Enquanto isso, o grupo televisivo e cinematográfico Paramount Skydance apresentou uma contraoferta avaliada em US$ 108,4 bilhões (R$ 588 bilhões). Nesta quarta, 17, a Warner pediu a rejeição de oferta da Paramount e reiterou seu apoio à fusão com Netflix.
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