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Os 24 pilotos que terminaram a temporada (Red Bull)
Semana passada analisamos os pilotos das quatro maiores equipes: McLaren, Mercedes, Red Bull e Ferrari, que terminaram a temporada 2025 nesta ordem. Hoje, focamos nascerias seis equipes, aquelas que disputaram a condição demelhor do resto e onde a Williams deu continuidade ao seu renascimento. Discretamente Alex Albon (oitavo colocado, 73 pontos) e Carlos Sainz (nono, 64) levaram a equipe de Grove ao quinto lugar entre os Construtores, melhor resultado do time desde 2017. Tal resultado contribui para consolidar a fase de reconstrução do time fundado por Frank Williams e hoje liderado por James Vowles, engenheiro que desempenhou funções relevantes na Mercedes.
Num patamar mais baixo, o franco-argelino Isack Hadjar e o neozelandês Liam Lawson, levaram a Racing Bulls, equipe júnior do grupo Red Bull, à condição de sexto melhor time do ano. Hadjar foi responsável por 51 dos 89 pontos, desempenho que o promoveu ao posto de companheiro de equipe de Max Verstappen na Red Bull em 2026.
Aos 44 anos (29/7/1981) Fernando Alonso é o piloto mais velho do grid atual e não esconde que ainda está motivado para melhorar seus últimos resultados. Este ano ficou em décimo lugar com 56 pontos, contra 33 do seu companheiro de equipe, Lance Stroll. Dois rivais atuais de Alonso, Gabriel Bortoleto e Isack Hadjar, mal tinham completado um ano quando o espanhol conseguiu o primeiro dos seus dois títulos mundiais, em 2005, ano de nascimento de Oliver Bearman . A possibilidade de trabalhar com Adrian Newey é uma das principais causas da vitalidade de Alonso.
Igualmente um dos pilotos mais velhos e experientes da F-1, o alemão Nico Hulkenberg só é mais novo que Alonso e Hamilton e até o início da temporada era conhecido como o piloto que disputou mais provas sem nunca ter subido ao pódio. O terceiro lugar no GP da Grã-Bretanha cancelou tal sina e contribuiu para ele terminar o ano como o décimo primeiro do grid, com 51 pontos. Durante o ano ele o brasileiro Gabriel Bortoleto (décimo-nono, 19 pontos)demonstraram equilíbrio e se alternaram regularmente como o melhor da equipe Sauber, que no ano que vem deixa de existir e passa a funcionar como time oficial da Audi alemã.
O jovem Oliver Bearman mostrou-se mais eficiente que o experiente francês Esteban Ocon. Ainda que a diferença entre os dois tenha sido de apenas três pontos (41 e 38, respectivamente) o fato de o inglês ter disputado sua primeira temporada integral conta muito a seu favor. Não será nenhuma surpresa se ele for chamado a assumir um dos carros da Ferrari em 2027 ou 2028. Vale lembrar que a Haas reforçou seus laços com a Toyota, que agora é citada no título oficial da equipe norte-americana.
O francês Pierre Gasly viu-se obrigado a tirar leite de pedra de um equipamento pouco competitivo e que pouco melhorou durante o ano. Mesmo assim ele conseguiu chegar ao Q3, etapa da prova de classificação que determina as dez primeiras posições do grid. Sem enxergar a possibilidade de melhorar substancialmente seu carro, a Alpine opou por investir no desenvolvimento do seu monoposto para 2026, quando substituirá os motores Renault por unidades fornecidas pela Mercedes. O argentino Franco Colapinto, sensação do final da temporada de 2024, substituiu o australiano Jack Doohan na terceira corrida do ano mas igualmente não produziu resultados interessantes.
Audi e Cadillac batem à porta
A temporada de 2026 começa em março, mas há tempos que a chegada da Audi e da Cadillac movimentam a categoria. A marca alemã assumiu o controle da suíça Sauber em um processo que esteve próximo de ser abortado por escolhas equivocadas para sua administração. A chegada de Mattia Binotto, ex-Ferrari, colocou ordem na casa e contribuiu para que Nico Hulkenberg, o piloto mais experiente da F-1 atual, conseguisse, finalmente, seu primeiro pódio, no GP da Grã-Bretanha.
Binotto também aposta na capacidade de Gabriel Bortoleto, que garantiu o retorno do Brasil ao grid para o biênio 2025/2026. O jovem nascido em Osasco demonstrou ter capacidade para obter um rendimento por vezes superior que o seu companheiro de equipe e assumir os erros que os recém-chegados à F-1 têm direito.
A Cadillac garantiu presença após afastar Michael Andretti do seu comando, posição preenchida por Dan Towriss. Graeme Lowdon será o responsável pela operação que resgatou Sérgio Perez e Valtteri Bottas da aposentadoria. Pelos menos nas próximas duas temporadas os carros utilizarão motor Ferrari.
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