Uma conquista. Um reconhecimento. A Caixa Econômica Federal recebeu, em Nova York, o prêmio Sustainable Deal of the Year (Financial Institutions), ligado a finanças sustentáveis. A premiação reconhece a primeira emissão de um título social realizada pelo banco, no valor de US$ 700 milhões, em maio do ano passado.
O prêmio é concedido pela LatinFinance, publicação que é referência em inteligência financeira nos mercados da América Latina e do Caribe desde 1988. Este reconhecimento internacional valida a estratégia de mercado de capitais da instituição e seu compromisso com projetos de alto impacto.
A operação foi considerada uma referência no mercado de capitais da América Latina pelo grau de inovação, impacto social, qualidade da execução e relevância para investidores. O reconhecimento foi concedido pela revista LatinFinance durante o LatinFinance Capital Markets Dinner, evento anual que celebra as melhores e mais importantes transações financeiras da América Latina e Caribe.
Representaram a Caixa na cerimônia o presidente do banco, Carlos Vieira; o vice-presidente de Negócios de Atacado, Tarso Duarte; o diretor de Finanças e Relações com Investidores, Luiz Felipe Figueiredo; e o diretor de Negócios de Atacado, Saulo Farhat.
A conquista reflete as diretrizes da gestão do presidente da Caixa, Carlos Vieira, que esteve presente em solo americano para uma agenda estratégica. Além de receber o prêmio, Vieira participou de uma conferência na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), reforçando a imagem de solidez e responsabilidade socioambiental do banco brasileiro perante investidores internacionais.
Além de receber o prêmio, Vieira participou de uma conferência na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), reforçando a imagem de solidez e responsabilidade socioambiental do banco brasileiro perante investidores internacionais.
“O prêmio LatinFinance é um reconhecimento regional e internacional concedido pela LatinFinance, uma publicação especializada em inteligência financeira sobre os mercados da América Latina e Caribe, conhecida por análises, rankings e cobertura de operações de mercado de capitais desde 1988”, postou o presidente.
Em comunicado, o presidente expressou “profunda gratidão a todos os envolvidos”, destacando que os momentos em Nova York representam um marco especial para a história da instituição.
Segundo Vieira, o reconhecimento internacional reforça a capacidade da instituição de atrair recursos com transparência e veio num momento de retorno da companha ao mercado financeiro internacional.
— Nossa emissão foi mais do que uma transação financeira bem-sucedida. Ela representa uma fase de projeto com impacto real e tangível na vida de milhões de brasileiros — disse. — Este prêmio reforça nossa estratégia de combinar rigor técnico e transparência com nosso propósito fundamental: transformar a vida das pessoas — completou.
Os recursos captados são destinados principalmente ao financiamento de microempreendedores individuais (MEIs) e de micro e pequenas empresas, com foco na ampliação do acesso ao crédito e na promoção da inclusão financeira.
O que é o Social Bond?
A categoria premiada foca em operações financeiras cujos recursos são destinados exclusivamente a projetos que geram benefícios sociais, como habitação popular, saneamento básico e apoio a pequenos empreendedores. A vitória da Caixa como a melhor captação do ano demonstra a confiança do mercado global na execução dessas políticas públicas.
A Caixa Econômica Federal completou este ano 165 anos. Presente na vida de praticamente todos os brasileiros, o banco público é responsável pela execução das principais políticas sociais do Governo Federal e tem papel central no desenvolvimento econômico e social do país.
Ao longo de mais de um século e meio, a Caixa, conforme destacou o seu presidente, consolidou-se como banco público estratégico, presente na vida dos brasileiros, com atuação fundamental nas políticas sociais, no crédito, na habitação, no saneamento e no financiamento do crescimento nacional.
A gestão de Carlos Vieira tem sido marcada pela modernização do banco.
Severino Lopes
PB Agora


