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    Lar»Brasil»Governo até apoia redução de jornada, mas deixa para Congresso definir
    Brasil

    Governo até apoia redução de jornada, mas deixa para Congresso definir

    adminPor admin1 de maio de 2025Nenhum comentário4 minutos de leitura6 Visualizações
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    Em meio às comemorações do Dia do Trabalhador, neste 1º de maio, cresce a discussão sobre a flexibilização de regras para tornar a jornada de trabalho menos exaustiva. Demandas como a redução da jornada semanal máxima para 40 horas e o fim da escala 6×1 (em que se trabalha seis dias e folga um) chegaram às altas esferas do poder e levaram o Congresso Nacional e governo federal a pautarem o tema.


    Lula e o 1º de Maio

    • O presidente Lula não deverá participar de atos em comemoração ao Dia do Trabalhador, mas fez um pronunciamento na quarta-feira (30/4), onde destacou feitos do governo dele para a classe.
    • Uma das principais bandeiras levantadas pelo petista é a gestão de emprego dos dois anos de governo, com mais de 3 milhões de novos cargos com carteira assinada.
    • Em busca da reeleição, o chefe do Palácio do Planalto tem trabalhado em medidas para agradar a classe média, que abrange boa parte dos trabalhadores, como o projeto que isenta do Imposto de Renda quem ganha até R$ 5 mil.

    Enquanto parlamentares tentam fazer as pautas avançarem, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem sinalizado um apoio tímido às medidas. Na última terça-feira (29/4), o chefe do Planalto se reuniu com representantes de centrais sindicais para ouvir as demandas da classe trabalhadora. A redução de jornada e o fim da escala 6×1 entraram na discussão.

    Dirigentes ouvidos pelo Metrópoles afirmaram que Lula se mostrou “sensibilizado” às propostas e delegou a ministros a responsabilidade de estudar de que forma o Executivo pode atuar. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, adota um tom semelhante: governo tem “simpatia” às demandas, mas argumenta que esse é um debate que deve ser feito no Congresso.

    “O governo vê com muita simpatia a necessidade e possibilidade de reduzir a jornada máxima do pais para 40h. Acho que o país está preparado para isso. Mas o ambiente de debate não é com o governo, o debate é com o Congresso Nacional, é emenda constitucional”, disse em entrevista, nessa quarta-feira (30/4).

    Defesa em pronunciamento

    Em pronunciamento na cadeia de rádio e televisão, o presidente Lula defendeu uma mudança na jornada de trabalho, destacando a importância do tempo de qualidade dos celetistas.

    “Nós vamos aprofundar o debate sobre a redução da jornada de trabalho vigente no país, em que o trabalhador e a trabalhadora passam seis dias no serviço e têm apenas um dia de descanso. A chamada jornada 6 por 1. Está na hora de o Brasil dar esse passo, ouvindo todos os setores da sociedade, para permitir um equilíbrio entre a vida profissional e o bem-estar de trabalhadores e trabalhadoras”, disse o chefe do Palácio do Planalto.

    Por outro lado, fontes ouvidas pelo Metrópoles, afirmaram que o governo federal tem dado poucos sinais de que irá entrar na articulação das matérias que estão no Legislativo para revisar a escala de trabalho.

    No momento, duas principais medidas estão no centro do debate. A primeira é a proposta de emenda à Constituição (PEC) nº 148/2015, que prevê a redução da jornada sem redução salarial. A matéria está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

    Já na Câmara dos Deputados está em discussão a PEC apresentada pela deputada Erika Hilton (PSol-SP), que ainda aguarda deliberação do presidente da Casa Legislativa, Hugo Motta (Republicanos-PB). A proposta da psolista visa reduzir a escala 6×1, quando o trabalhador atua por seis dias consecutivos e tem apenas um descanso semanal.

    Um dos principais entraves para o governo abraçar de vez as propostas é o impacto que elas irão trazer para os pequenos negócios, para que não haja um prejuízo econômico com a mudança na jornada de trabalho sem desconto na folha de pagamento.

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