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    Lar»CULTURA & ENTRETENIMENTO»Os melhores livros de 2025, segundo críticos e escritores premiados no ano
    CULTURA & ENTRETENIMENTO

    Os melhores livros de 2025, segundo críticos e escritores premiados no ano

    adminPor admin19 de dezembro de 2025Nenhum comentário12 minutos de leitura3 Visualizações
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    Livros para presentear no Natal: 10 livreiros indicam seus favoritos

    De Elvira Vigna e LiraNeto a Simone AZ e Ágota Kristóf, lista traz sugestões de presente – e de leitura por quem mais entende do assunto. Crédito: Talita Facchini/Laís Nagayama

    Preparar uma lista de melhores livros do ano é uma tarefa desafiadora e nunca definitiva. Para ajudar nesta missão em 2025, o Estadão recrutou especialistas: professores universitários, críticos literários e escritores que foram premiados por suas obras ao longo do último ano.

    A instrução era simples: escolher apenas um livro – de qualquer país ou gênero literário, contanto que publicado no Brasil em 2025 – e justificar por que ele foi um destaque na literatura neste ano. O resultado foi uma lista diversa, que mescla ficção e não ficção e autores nacionais e internacionais.

    Dois livros se destacaram e aparecem duas vezes entre as indicações. Curiosamente, ambos de autores uruguaios: A Insubmissa, de Cristina Peri Rossi, publicado em maio pela Bazar do Tempo, e O Discurso Vazio, de Mario Levrero, que chegou às livrarias em junho pela Companhia das Letras.

    Melhores livros de 2025, segundo críticos e escritores premiados. Foto: Montagem: Bazar do Tempo, Segundo Selo, Autêntica Contemporânea, Todavia, Diadorim, Companhia das Letras, Alameda e Mazza/Divulgação

    Confira a lista completa abaixo, em ordem alfabética.

    Os melhores livros de 2025

    A Insubmissa, de Cristina Peri Rossi

    • Quem indica: Mariana Salomão Carrara, autora de A Árvore Mais Sozinha do Mundo (Todavia), vencedor de Melhor Romance do Ano de 2024 no Prêmio São Paulo de Literatura

    “A Insubmissa, da Cristina Peri Rossi, marcou muito minhas leituras das novidades de 2025 no Brasil. Um romance de formação sobre a infância e amadurecimento da própria autora, que nos descreve uma criança deliciosamente rebelde, instintivamente subversiva, que passa por grandes dores e provações sem tirar do leitor o prazer de conhecer a sua visão infantil sobre tudo isso. A pequena Cristina nos comove e surpreende o tempo todo, com a sua forma poética e devota de ver a mãe e de resistir às tentativas do mundo de aniquilar sua insubmissão.”

    Mariana Salomão Carrara mostra biblioteca com Lygia F. Telles, Stephen King, Saramago e mais; veja

    Autora fala sobre suas influências literárias e leituras que fez recentemente como ‘De Quatro’ e ‘Boulder’; assista.

    • Quem indica: Iara Biderman, autora de Tantra e Arte de Cortar Cebolas (Editora 34), vencedor do prêmio Clarice Lispector de contos da Fundação Biblioteca Nacional, e editora da revista Quatro Cinco Um

    Cristina Peri Rossi, autora de ‘A Insubmissa’. Foto: Matias Nieto via Bazar do Tempo/Divulgação

    “2025 foi o ano da (re)descoberta da autora uruguaia no Brasil, e nada melhor para conhecê-la do que esse romance de formação de uma escritora e seu amor pelas palavras. A história de um mulher latino-americana que não se submeteu à ditadura, desafiou a moral e os bons costumes e escreveu poemas memoráveis (publicados este ano na antologia Nossa Vingança é o Amor, da Editora 34) é também um passeio pela história da América Latina, suas mulheres e sua literatura, e uma história sobre desejo.”

    • Editora: Bazar do Tempo (208 págs,. R$ 78 | E-book: R$58,50)

    Ajeum Bó: Histórias da Culinária Ancestral, de Vovó Cici de Oxalá e Marlene da Costa

    • Quem indica: Henrique Freitas, escritor, curador, crítico e Professor Titular do Instituto de Letras da UFBA

    “Ajeum Bó: Histórias da Culinária Ancestral, de Vovó Cici de Oxalá e Marlene da Costa, é para mim um dos principais lançamentos de 2025, pela abordagem textual sinestésica, multissemiótica e multimodal das autoras, centrada naquilo que como crítico chamo de literatura-terreiro (2025) – produções literárias desde o corpo negro alicerçadas em matrizes africanas que estão no centro das Letras brasileiras, apesar de serem ignoradas, disseminando formas e gêneros que vêm de tradições ancestrais como os orikis, os provérbios, mas, sobretudo, nesse caso, os itans que atravessam o livro, conectando-se de forma orgânica com os cheiros, os sabores, as cores, as texturas, os sons das palavras-alimento e dos alimentos-palavra.

    Marlene é uma conhecida chef que, dentre outras qualidades, é especialista na culinária afro-baiana e Vovó Cici é uma das principais escritoras, dentro de uma tradição africana e negro-brasileira em nosso país, reconhecida internacionalmente como uma griote da oralituralização dos itans. Esse gênero iorubano geralmente curto é confundido com o conto, mas de forma distinta se atrela a duas grandes plataformas epistemológicas e também literárias que são o Merindilogun (jogo dos 16 búzios) e os Odus Ifá (sistema oracular no culto a Orunmila que compreende 256 odus).

    Publicado pela editora baiana Segundo Selo, que tem em seu catálogo obras que trabalham com as questões negras e africanas, dentro da perspectiva da lei 10.639/03, a exemplo do premiado livro Modernismo Negro de Jorge Augusto, ganhador do Jabuti Acadêmico deste ano na área de Letras, bem como finalista do prêmio da Biblioteca Nacional, essa obra de Vovó Cici de Oxalá e Marlene da Costa já nasce como um clássico no qual o texto literário se come com as mãos e os pratos deliciosos devem ser lidos diretamente no paladar como textos.”

    • Editora: Segundo Selo (154 págs.; R$89,90)

    Autobiografia do Algodão, de Cristina Rivera Garza

    • Quem indica: Paula Novais, autora de Gaiolas de Concreto Armado, vencedor do Prêmio Caminhos de Literatura 2025

    “Desde que terminei O Invencível Verão de Liliana, da mexicana Cristina Rivera Garza, me vi fascinada por sua escrita memorialística e política, ensaística, mas também fabulatória, na medida em que reimagina as lacunas na história de sua irmã Liliana, vítima de um feminicídio. Quando o seu Autobiografia do Algodão foi lançado neste ano, corri para ler, o que resultou igualmente comovente. Nesta obra, a autora investiga a trajetória de sua família de agricultores até a chegada de seus pais ao ensino superior. Mas não só. Ao fazê-lo, Cristina perpassa a história contemporânea mexicana, de Cárdenas ao Subcomandante Marcos, nos lembrando que toda história individual é também coletiva. Uma escrita que, nas palavras de Rivera Garza, ‘não é sobre o regresso, mas o próprio regresso’, abrindo a ‘ardente possibilidade de uma pertença verossímil’ à história de um país e a sua própria história.”

    • Editora: Autêntica Contemporânea (309 págs.; R$89,80 | E-book: R$ 62,90)

    Ayaï! O Grito da Literatura, de Hélène Cixous

    • Quem indica: Dirce Waltrick do Amarante, tradutora, crítica literária e professora da Universidade Federal de Santa Catarina

    “Ayaï! O Grito da Literatura (Bazar do Tempo), de Hélène Cixous, é uma chamada para ‘re-pensar a literatura’. Deixo que a própria Cixous explique parte de sua tese a respeito da escrita literária: ‘Quando o mundo se perde, o Eu se perde e essa perda não deixa de ser a chance de deixar falar os livros da biblioteca, de ouvir as cartas da pré-história, essas cartas que desmantelam o sentido e liberam os sons’. Com tradução, apresentação e notas fundamentais, assinadas por Flavia Trocoli, estudiosa da obra da pensadora francesa, o volume oferece ao leitor a possibilidade de gozar (talvez seja o mot just) dos jogos de palavras de Cixous, ela própria grande escritora.”

    • Editora: Bazar do Tempo (136 págs,. R$ 76 | E-book: R$57)

    Batida Só, de Giovana Madalosso

    • Quem indica: Márcia Moura, autora de Malhada das Graúnas (Pallas), vencedor do Prêmio Pallas de Literatura 2025

    “Em ritmo de galope, Batida Só, de Giovana Madalosso, dá voz a Maria João, ‘uma mulher de trinta e seis anos que nunca tomou tarja preta numa época em que até um cacto, se derramar uma gota, recebe uma receita de antidepressivo’, confrontada pela violência urbana e por uma arritmia grave. A narrativa pulsa no ritmo das urgências do corpo: o medo da próxima batida, a sexualidade travada pela química dos medicamentos, o embate entre fé e lógica, a conexão com outra dor além da própria, porque ‘é no flagelo do outro que nos tornamos mais humanos.’ Batida Só é literatura para seres contemporâneos.”

    • Todavia (240 págs.; R$74,90 | E-book: R$54,90)

    Consigo Inventar Tudo, de Julia Barandier

    • Quem indica: Silvana Tavano, autora de Ressuscitar Mamutes (Autêntica Contemporânea), vencedor do Prêmio Oceanos 2025

    “A prosa de Consigo Inventar Tudo, de Julia Barandier, pela forma como o romance investiga e recria a figura de um antepassado da autora, o pintor Claude Barandier, fazendo dele a obsessão da protagonista, uma pesquisadora que preenche as lacunas da documentação e da memória borrando os limites entre realidade e ficção. Indico também a poesia de Diário da Casa Nova (Macondo), de Lilian Sais, e ainda, os fantásticos O Bom Mal (Fósforo), de Samanta Schweblin, e O Polonês (Companhia das Letras), de J.M.Coetzee.”

    • Editora: Diadorim (94 págs,. R$ 65)

    Na Ponta da Língua, de Caetano W. Galindo

    • Quem indica: André Cáceres, escritor, editor e crítico literário

    “Após contar a história do idioma português em seu livro anterior, o escritor, professor e tradutor Caetano W. Galindo leva a linguística para os leigos em Na Ponta da Língua: O Nosso Português da Cabeça aos Pés. A obra tem o mérito de tratar de um tema árido de maneira leve, suscitando interesse genuíno do leitor comum. Ao percorrer a formação das palavras que nomeiam partes do corpo humano, Galindo transmite princípios complexos de linguística e ensina os mecanismos de mudança dos idiomas sem deixar de polvilhar curiosidades históricas bem-humoradas.

    Ao selecionar um conjunto específico de palavras (no caso, as partes do corpo), o autor demonstra a universalidade dos conceitos tratados de modo instigante e intelectualmente honesto. Ao final da leitura, é surpreendente constatar o quanto a etimologia pode ser pop se apresentada com o tom e a roupagem adequados.“

    • Editora: Companhia das Letras (272 págs.; R$69,90 | E-book: R$29,90)

    Natação, de Luis S. Krausz

    • Quem indica: André de Leones, crítico literário e autor de Meu Passado Nazista (Record, 2025), entre outros

    “O romance Natação, de Luis S. Krausz (ed. Alameda), prova que qualquer gênero narrativo, por mais explorado que já tenha sido na história da literatura, sempre rende bons frutos quando manuseado por autores talentosos. Em outras palavras, não existe tema ou modelo gasto, existem bons e maus ficcionistas, e Krausz é um dos melhores que temos no Brasil contemporaneamente, conforme já demonstrou nos extraordinários Bazar Paraná e Opulência.

    Natação é um romance de formação, ou quase (e os ‘quases’ importam muito nesse livro). Dividido entre a rotina corporativa e estudos universitários ‘inúteis’, o protagonista é ‘um quebra-cabeça ao qual falta uma peça. De forma sutil, um professor de natação procura ajudá-lo nessa procura por si mesmo; os fins importam, claro, mas é preciso atentar para o caminho que percorremos.” Leia a crítica do livro

    • Editora: Alameda (396 págs.; R$ 109)

    O Discurso Vazio, de Mario Levrero

    • Quem indica: Marcílio França Castro, autor de O Último dos Copistas (Companhia das Letras), vencedor do Melhor Romance de Estreia do Ano de 2024 no Prêmio São Paulo de Literatura

    “Como indica o título, esse romance, feito de notas aparentemente inocentes, está desde o início comprometido com o vazio. Seu projeto é combater a paralisia sem livrar-se dela – perscrutar a literatura que subjaz ao tédio e à depressão. Sob a forma de diário, duas linhas narrativas se alternam. Uma, de exercícios caligráficos, fundada na ideia, atrevida e irônica, de que uma mudança na letra serviria para alterar o comportamento de quem escreve, e assim ordenar a mente tomada pelo caos. A outra, o discurso vazio, seria o registro discreto, deliberadamente monótono, capaz de capturar, nos incidentes cotidianos, a radiação de formas literárias ocultas. A obra de Levrero parece pertencer ao território do inacabamento como gênero literário. Lembra, por um lado, os prólogos intermináveis, a escrita sem centro de Macedonio Fernández; por outro, os becos sem saída de Kafka. A narrativa se contorce numa espécie de sala de espera – onde nada acontece. Toda promessa de duração é sistematicamente interrompida por ruídos e forças externas.

    Com uma linguagem polida e firme, em escala grafológica, a narrativa cria uma atração cuja chave é a iminência, a expectativa das coisas laterais. O que poderia resultar em um relatório insosso acaba tornando-se saboroso para o leitor. Escrito nos anos noventa, O Discurso Vazio de algum modo antecipa, como gesto reativo, a doença que tomou conta da humanidade nas décadas seguintes: a dispersão, o excesso de estímulos, o cansaço. “Só as coisas inúteis são imprescindíveis para a alma”, anota o narrador. Contra a maquinaria do consumo, são as paisagens desérticas que fazem o tempo desacelerar.”

    • Quem indica: Leonardo Gandolfi, autor de Pote de Mel e Outros Poemas (Editora 34), vencedor do Prêmio Alphonsus de Guimaraens de poesia da Biblioteca Nacional

    “Publicado originalmente em 1996 no Uruguai e traduzido agora no Brasil por Antônio Xerxenesky, esse livro é uma versão em miniatura do monumental O Romance Luminoso do mesmo autor, mas não se trata de um livro menor. Pelo contrário. Sua curta extensão faz com o que livro acerte em cheio no coração da escrita e também nas aventuras do comezinho e diário.”

    • Companhia das Letras (160 págs.; R$ 89,90 | E-book: R$44,90)

    Mariana Salomão Carrara e Marcílio França Castro comentam vitória no Prêmio São Paulo de Literatura

    Ela ganhou o prêmio de melhor romance por ‘A Árvore Mais Sozinha do Mundo’ e ele, o de melhor romance de estreia por ‘O Último dos Copistas’.

    Oswald de Andrade: Mau Selvagem, de Lira Neto

    • Quem indica: Wilson Alves-Bezerra, escritor, tradutor e professor do Programa de Pós-graduação em Estudos de Literatura da Universidade Federal de São Carlos

    “Era urgente uma biografia contemporânea de um autor-chave do modernismo brasileiro como Oswald de Andrade: genial, complexo e contraditório. Lira Neto enfrentou o desafio com escrita leve, pesquisa consistente e bom humor. Ao longo das 500 páginas que compõem a obra, o biógrafo não coloca Oswald nem num trono, nem num patíbulo, mas mostra seu lugar central na tradição literária do século 20.”

    • Editora: Companhia das Letras (528 págs.; R$129,90 | E-book: R$23,94)

    Edimilson de Almeida Pereira é poeta e ensaísta Foto: Prisca Agustoni/Editora 34

    Poesia & Agora, de Edimilson de Almeida Pereira

    • Regina Dalcastagnè, professora de literatura brasileira contemporânea da Universidade de Brasília (UnB)

    “Edimilson de Almeida Pereira é um nome incontornável na literatura brasileira, seja na poesia, na prosa, ou mesmo na crítica. O lançamento desses dois volumes, que reúnem 28 livros seus publicados entre 1985 e 2017, é, de fato, uma celebração da poesia. Sua escrita, política no melhor sentido do termo, tensiona a palavra e, a partir de tudo o que ela pode oferecer, indaga o país, a História, a vida ao redor. Com uma dicção sofisticada e, ao mesmo tempo, tocante, o autor nos acompanha nessas últimas décadas, apontando o que não conseguimos ver, o que não queremos ver – tornando o mundo maior para que possamos, enfim, nos enxergar dentro dele e questionar nossa própria presença.”

    • Editora: Mazza (1.752 págs; 2 volumes. R$ 294)

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