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Fomento Cultural: Monteiro recebe a partir desta segunda-feira Projeto Olho Mágico

Realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, operacionalizado pela Secretaria de Estado da Cultura e Governo do Estado da Paraíba, o 1º Workshop de Cinema Monteirense acontece de 20 a 22 de maio como projeto de promoção, valorização, execução

Por chicolobo

18/05/2024 14h21 Atualizado recentemente

Realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, operacionalizado pela Secretaria de Estado da Cultura e Governo do Estado da Paraíba, o 1º Workshop de Cinema Monteirense acontece de 20 a 22 de maio como projeto de promoção, valorização, execução e desenvolvimento do Audiovisual na cidade e tem o apoio do Sebrae e da Prefeitura de Monteiro.

Neste sentido, foram captados os melhores profissionais que ministrarão as 10 oficinas que fazem parte do Projeto Olho Mágico: Edição e captação de áudio e vídeo (Isaac Costa); Criação de Roteiro (Bruno Chiari); Oficina de Animação (Silvio Toledo); Oficina de produção de Stop Motion (Janiglécia Tavares); Direção de Fotografia (Jonatas Santos); Oficina de Trilha Sonora (Anderson Silva); Oficina de Direção de Cinema (Taciano Valério); Interpretação de texto (Flávio Rocha); Oficina de Produção de Cinema Amador (Asley Ravel) e Oficina de Comportamento do Ator diante da câmera (Beto Quirino).

A cada finalização de oficina, haverá a construção de um projeto/produto que será exibido no dia 06 de junho para a população monteirense que também acompanhará a entrega dos certificados das formações. Cada oficina conta com 10 participantes com uma duração de 12 horas cada, totalizando no geral 120 horas de workshop.


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Um dos grandes e inovadores atrativos da ação é a Acessibilidade Comunicacional, pois o Projeto Olho Mágico contará com dois intérpretes de libras que participarão da culminância do Projeto e da solenidade de entrega dos certificados.

O Projeto Olho Mágico: 1º Workshop de Cinema Monteirense vem com o intuito de promover ações voltadas ao audiovisual, direcionadas à população monteirense. “Visamos principalmente alcançar alunos da rede pública, particular e superior de ensino, como também as comunidades rurais a fim de que haja após as oficinas, produções, desenvolvimento e projetos executados pelos participantes”, comentou Gilson Alves, um dos idealizadores do Projeto.

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